PENSAR A JUSTIÇA REPENSAR O ESTADO
PENSAR A JUSTIÇA REPENSAR O ESTADO Rodrigues da Silva, José Maria
Editorial:
ANCORA EDITORA
Ano de edição:
2015
Matéria:
HISTÓRIA
ISBN:
978-972-780-519-8
EAN
9789727805198
Páginas:
110
Coleção:
AGORA
Alto:
300 Alto
Largura:
200Largura
Idioma:
PORTUGUES

Este ensaio intituladoPensar a Justiça, Repensar o Estado, e sub-tituladoHeróis do Mar, NobrePovo..., desenvolve-se em torno de três ideias/forças: a Justiça, o Estado e o Povo Português.Mas, nos tempos injustos que vivemos, poderia a Justiça ser a reparadora de injustiças originadas no Estado ou na Instituição Regional em que este  se insere? Estes tempos injustos não se fazem apenas de injustiças, mas também de perplexidades. Em que deverá consistir a reparação? Na sentença de um juiz ou na visibilidade mediática própria da "Democracia de Opinião", de que são pilares, entre nós, os média e o Ministério Público. Será por isso que o recurso ao Ministério Público começa a ser mais frequente que o recurso ao juiz?E os crimes contra o  Património mormente o do Estado, mais graves que os crimes contra as pessoas? Na China pensava-se assim, como verifiquei no Tribunal Superior da Justiça de Macau. A emergência do paradigma legal, que confinou à common law o direito dos primórdios, aparece como o crepúsculo do direito do juiz. Mas, a clareza de expressão dos códigos  napoleónicos, sobretudo do Code Civil, concebidos para serem compreendidos pelo cidadão culto, não jurista, veio compensar a perda da relação de proximidade entre pessoa e a norma. O Code Civil, que é de 1804, continua em vigor em França, mas em Portugal deitou-se fora como trastes velhos, os velhos códigos, e trocou-se o Direito/Ética pelo Direito/Técnica, e a certeza do direito pela mudança contínua, que é um valor da economia e não do direito. A alteração contínua das leis é a principal causa da crise da Justiça, e pode significar a falência do próprio Estado, que foi ultrapassado pelo globalismo. O Estado ainda é a libertação ou é apenas o Estado Fiscal ou, na expressão feliz do meu ilustre prefaciador, o "Estado Extractivo"? E o  povo português? Na melhor das hipóteses, cumpre o seu destino e emigra.

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PENSAR A JUSTIÇA REPENSAR O ESTADO é do autor Rodrigues da Silva, José Maria e tentar

Este ensaio intituladoPensar a Justiça, Repensar o Estado, e sub-tituladoHeróis do Mar, NobrePovo..., desenvolve-se em torno de três ideias/forças: a Justiça, o Estado e o Povo Português.Mas, nos tempos injustos que vivemos, poderia a Justiça ser a reparadora de injustiças originadas no Estado ou na Instituição Regional em que este  se insere? Estes tempos injustos não se fazem apenas de injustiças, mas também de perplexidades. Em que deverá consistir a reparação? Na sentença de um juiz ou na visibilidade mediática própria da "Democracia de Opinião", de que são pilares, entre nós, os média e o Ministério Público. Será por isso que o recurso ao Ministério Público começa a ser mais frequente que o recurso ao juiz?E os crimes contra o  Património mormente o do Estado, mais graves que os crimes contra as pessoas? Na China pensava-se assim, como verifiquei no Tribunal Superior da Justiça de Macau. A emergência do paradigma legal, que confinou à common law o direito dos primórdios, aparece como o crepúsculo do direito do juiz. Mas, a clareza de expressão dos códigos  napoleónicos, sobretudo do Code Civil, concebidos para serem compreendidos pelo cidadão culto, não jurista, veio compensar a perda da relação de proximidade entre pessoa e a norma. O Code Civil, que é de 1804, continua em vigor em França, mas em Portugal deitou-se fora como trastes velhos, os velhos códigos, e trocou-se o Direito/Ética pelo Direito/Técnica, e a certeza do direito pela mudança contínua, que é um valor da economia e não do direito. A alteração contínua das leis é a principal causa da crise da Justiça, e pode significar a falência do próprio Estado, que foi ultrapassado pelo globalismo. O Estado ainda é a libertação ou é apenas o Estado Fiscal ou, na expressão feliz do meu ilustre prefaciador, o "Estado Extractivo"? E o  povo português? Na melhor das hipóteses, cumpre o seu destino e emigra.

PENSAR A JUSTIÇA REPENSAR O ESTADO é um livro do gênero HISTÓRIA do autor Rodrigues da Silva, José Maria editado por ANCORA EDITORA no ano 2015.

PENSAR A JUSTIÇA REPENSAR O ESTADO tem um código ISBN 978-972-780-519-8 e consiste em 110 Páginas. Neste caso, é o formato papel, mas não temos PENSAR A JUSTIÇA REPENSAR O ESTADO em formato ebook.

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