No dizer de Guilherme Oliveira Martins, que destaca alguns dos aspetos salientados pelos autores deste livro, no trabalho de Álvaro Ponce Dentinho «há mais para além da criação de um sistema técnico para desenhos de ordenamento: quando se liga ciência ao saber (João Ceregeiro); quando se arrisca avançar no tempo atendendo ao contexto social e territorial (Manuel Porto) das pessoas e dos sítios; quando se abre a análise ao desígnio exato e belo do uso, sem abuso ou subuso (Henrique Pereira dos Santos), revelado na perceção das escalas e dos tempos do trans-cendente, do metafísico, do surreal, do natu-ral, do cultural, do estético, do poético, do cultual, do litúrgico e do lúdico; quando se grita contra os jardins do «giro-flé» e os riscos do «dá-me bem» (Carlos Correia Dias) que po-dem ser bonitinhos mas não são belos; quando a amizade na criação e a ética no serviço são a base da profissão (Teresa Andersen); quando se procura entender as interligações das escalas dos espaços, dos tempos e dos momentos (Miguel Braula Reis); ou quando se afirma o prima-do da liberdade e da eternidade (João Sousa Menezes).
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No dizer de Guilherme Oliveira Martins, que destaca alguns dos aspetos salientados pelos autores deste livro, no trabalho de Álvaro Ponce Dentinho «há mais para além da criação de um sistema técnico para desenhos de ordenamento: quando se liga ciência ao saber (João Ceregeiro); quando se arrisca avançar no tempo atendendo ao contexto social e territorial (Manuel Porto) das pessoas e dos sítios; quando se abre a análise ao desígnio exato e belo do uso, sem abuso ou subuso (Henrique Pereira dos Santos), revelado na perceção das escalas e dos tempos do trans-cendente, do metafísico, do surreal, do natu-ral, do cultural, do estético, do poético, do cultual, do litúrgico e do lúdico; quando se grita contra os jardins do «giro-flé» e os riscos do «dá-me bem» (Carlos Correia Dias) que po-dem ser bonitinhos mas não são belos; quando a amizade na criação e a ética no serviço são a base da profissão (Teresa Andersen); quando se procura entender as interligações das escalas dos espaços, dos tempos e dos momentos (Miguel Braula Reis); ou quando se afirma o prima-do da liberdade e da eternidade (João Sousa Menezes).
Cadernos de Arquitetura Paisagista é um livro do gênero ARTE, ARQUITETURA, FILME E FOTOGRAFIA de ARQUITETURA do autor Álvaro Santiago Ponce Dentinho editado por PRINCIPIA no ano 2024.
Cadernos de Arquitetura Paisagista tem um código ISBN 978-989-716-447-7 e consiste em 128 Páginas. Neste caso, é o formato papel, mas não temos Cadernos de Arquitetura Paisagista em formato ebook.
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