Fernando Rosas, Serge Wolikow, Marcel van der Linden, Albérico Afonso, Joana Dias Pereira, Luis Fari
"(à) a presente crise do capitalismo e as políticas de destruição económica e de regressão social com que os poderes estabelecidos a tentam fazer pagar por parte do mundo assalariado recolocam dramaticamente no centro dos debates dos dias de hoje as questões da condição actual do trabalho assalariado e dos caminhos das suas lutas de resistência e emancipação. O capitalismo triunfante e arauto do esplendor da tecnologia, afinal, mostra-se mais parasitário, especulativo e predador do que nunca, tentando conjugar a digitalização do século XXI com a regressão a formas de arbítrio e exploração do trabalho dignos do século XIX. O proletariado afinal não desapareceu, mas provavelmente multiplicou-se e complexificou-se por um vasto mundo de novos trabalhos assalariados marcados pela precariedade e pela negação de direitos fundamentais tão duramente conquistados. Um proletariado que, seguramente na acção, tem de articular-se centralmente com o oceano do precariado. (à) (à) regressa em força a actualidade dos estudos do trabalho, da sua condição, da sua luta passada e actual. É urgente, aliás, convocar essas memórias e esses saberes. É muito mais fácil impor hoje aos trabalhadores da indústria automóvel europeia as 10 ou 12 horas de trabalho diário, se eles não souberem, se lhes roubarem a memória dos rios de sangue que tiveram de correr para, batalha a batalha, se conquistar a jornada das 8 horas de trabalhoö. Fernando Rosas
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"(à) a presente crise do capitalismo e as políticas de destruição económica e de regressão social com que os poderes estabelecidos a tentam fazer pagar por parte do mundo assalariado recolocam dramaticamente no centro dos debates dos dias de hoje as questões da condição actual do trabalho assalariado e dos caminhos das suas lutas de resistência e emancipação. O capitalismo triunfante e arauto do esplendor da tecnologia, afinal, mostra-se mais parasitário, especulativo e predador do que nunca, tentando conjugar a digitalização do século XXI com a regressão a formas de arbítrio e exploração do trabalho dignos do século XIX. O proletariado afinal não desapareceu, mas provavelmente multiplicou-se e complexificou-se por um vasto mundo de novos trabalhos assalariados marcados pela precariedade e pela negação de direitos fundamentais tão duramente conquistados. Um proletariado que, seguramente na acção, tem de articular-se centralmente com o oceano do precariado. (à) (à) regressa em força a actualidade dos estudos do trabalho, da sua condição, da sua luta passada e actual. É urgente, aliás, convocar essas memórias e esses saberes. É muito mais fácil impor hoje aos trabalhadores da indústria automóvel europeia as 10 ou 12 horas de trabalho diário, se eles não souberem, se lhes roubarem a memória dos rios de sangue que tiveram de correr para, batalha a batalha, se conquistar a jornada das 8 horas de trabalhoö. Fernando Rosas
Greves e Conflitos Sociais em Portugal no Século XX c'est un livre du genre L'HISTOIRE de l'auteur Fernando Rosas, Serge Wolikow, Marcel van der Linden, Albérico Afonso, Joana Dias Pereira, Luis Fari édité par EDIÇOES COLIBRI dans l'année 2012.
Greves e Conflitos Sociais em Portugal no Século XX a un code ISBN 978-989-689-188-6. Dans ce cas c'est le format papier, mais nous n'avons pas Greves e Conflitos Sociais em Portugal no Século XX au format ebook.
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