Este ensaio é uma re flexão sobre as crises que assombram os dias de hoje. A mais conhecida e mais sofrida, que todos os dias se discute na televisão, é a crise económica e financeira. Das outras crises que afectam a vertente simbólica da modernidade - a identidade, a cultura, a justiça, a informação - fala-se menos. Porém, na opinião do autor, é da resolução delas que depende a solução da crise económica e financeira. Um país ou uma União como a Europeia, onde a esperança de vida sobe em flecha e a natalidade de finha gravemente, não pode gerar uma economia sã. E um modo de socialização e de individualização que põe o ego egoísta à frente do colectivo e suscita reivindicações que a capacidade produtiva da sociedade não pode satisfazer também não. A Europa está em crise. A nível interno, tem coesão social e, a nível internacional, menos poder e menos autoridade. Precisamos - como sugere Octávio Paz - de um regressar às raízes da nossa identidade e da nossa modernidade para nela reencontrarmos os novos poderes de renovação? Ao ensaio segue-se uma Adenda, que é uma breve apreciação crítica da governação de José Sócrates e da sua diabolização nos media, que visa apurar se Sócrates foi vítima de um assassínio de carácter ou se é uma encarnação do diabo.
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Este ensaio é uma re flexão sobre as crises que assombram os dias de hoje. A mais conhecida e mais sofrida, que todos os dias se discute na televisão, é a crise económica e financeira. Das outras crises que afectam a vertente simbólica da modernidade - a identidade, a cultura, a justiça, a informação - fala-se menos. Porém, na opinião do autor, é da resolução delas que depende a solução da crise económica e financeira. Um país ou uma União como a Europeia, onde a esperança de vida sobe em flecha e a natalidade de finha gravemente, não pode gerar uma economia sã. E um modo de socialização e de individualização que põe o ego egoísta à frente do colectivo e suscita reivindicações que a capacidade produtiva da sociedade não pode satisfazer também não. A Europa está em crise. A nível interno, tem coesão social e, a nível internacional, menos poder e menos autoridade. Precisamos - como sugere Octávio Paz - de um regressar às raízes da nossa identidade e da nossa modernidade para nela reencontrarmos os novos poderes de renovação? Ao ensaio segue-se uma Adenda, que é uma breve apreciação crítica da governação de José Sócrates e da sua diabolização nos media, que visa apurar se Sócrates foi vítima de um assassínio de carácter ou se é uma encarnação do diabo.
A CRISE FINANCEIRA E ECONÓMICA E AS OUTRAS (2ª ED.) c'est un livre du genre L'HISTOIRE de l'auteur Rodrigues da Silva, José Maria édité par ANCORA EDITORA dans l'année 2010.
A CRISE FINANCEIRA E ECONÓMICA E AS OUTRAS (2ª ED.) a un code ISBN 978-972-780-296-8 et se compose de 158 pages. Dans ce cas c'est le format papier, mais nous n'avons pas A CRISE FINANCEIRA E ECONÓMICA E AS OUTRAS (2ª ED.) au format ebook.
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