Propõe-se um modelo regional de organização do nosso território. Assume-se a defesa dos recursos naturais e patrimoniais do País e para o garantir, reforma-se o planeamento e desterritorializa-se a intervenção da Administração central. Altera-se a política de solos, reforçando o município na gestão do território, sob orientação central para a defesa dos recursos, cuja protecção se uniformiza. O controlo urbanístico prévio concentra-se no município, sem sobreposição de competências e com reforço da fiscalização central. Descentraliza-se para o nível local na educação, no social e na saúde, integrando as sinergias proporcionadas pelo movimento associativo. Descentralizam-se os instrumentos da competitividade: transportes e acessibilidades de nível regional, articulação empresarial e científica, promoção territorial, ordenamento do território para o Turismo, para a Indústria e das grandes superfícies comerciais. Cria-se uma polaridade regional, com legitimidade política própria, alguma capacidade financeira autónoma e competências administrativas reduzidas, para assegurar as economias de escala que o sistema actual desperdiça. Nenhuma reforma na área da Administração do Território será bem sucedida sem estabelecermos um modelo financeiro realista para a sua execução. E nenhuma reforma do Estado será realista sem estabelecermos uma organização regional.
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Propõe-se um modelo regional de organização do nosso território. Assume-se a defesa dos recursos naturais e patrimoniais do País e para o garantir, reforma-se o planeamento e desterritorializa-se a intervenção da Administração central. Altera-se a política de solos, reforçando o município na gestão do território, sob orientação central para a defesa dos recursos, cuja protecção se uniformiza. O controlo urbanístico prévio concentra-se no município, sem sobreposição de competências e com reforço da fiscalização central. Descentraliza-se para o nível local na educação, no social e na saúde, integrando as sinergias proporcionadas pelo movimento associativo. Descentralizam-se os instrumentos da competitividade: transportes e acessibilidades de nível regional, articulação empresarial e científica, promoção territorial, ordenamento do território para o Turismo, para a Indústria e das grandes superfícies comerciais. Cria-se uma polaridade regional, com legitimidade política própria, alguma capacidade financeira autónoma e competências administrativas reduzidas, para assegurar as economias de escala que o sistema actual desperdiça. Nenhuma reforma na área da Administração do Território será bem sucedida sem estabelecermos um modelo financeiro realista para a sua execução. E nenhuma reforma do Estado será realista sem estabelecermos uma organização regional.
UM MODELO DE ORGANIZAÇÃO REGIONAL PARA PORTUGAL it is a book of the genre POLITICS, RELIGION AND PHILOSOPHY de POLITICS from the author Manuel Loureiro Gomes, Rogério edited by EDIÇOES COLIBRI in the year 2012.
UM MODELO DE ORGANIZAÇÃO REGIONAL PARA PORTUGAL has an ISBN code 978-989-689-209-8. In this case it is format paper, but we don't have UM MODELO DE ORGANIZAÇÃO REGIONAL PARA PORTUGAL in format ebook.
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