Um relato pungente sobre a condição humana, quando submetida pelo poder de quem transitoriamente tem o poder - pois que todo o poder será sempre transitório, dure ele um dia, um ano ou um século -, perante o exercício da violência pelo Estado sobre a liberdade individual, em nome de um coletivo, de um ideal, de um objetivo. Até onde é legítimo que um grupo organizado - seja um partido, um movimento rebelde ou uma nação - imponha pela coação o seu direito, baseado numa suposta e autoassumida representação do colectivo, sobre o seu direito individual, que assenta no livre-arbítrio de dizer sim ou não? Antes da pátria colectiva, cada um de nós deve assumir a sua pátria pessoal, que começa e acaba em si próprio, reservando-se o direito de negar a outraà Uma asserção que, se hoje é possível, mas ainda difícil, muito mais traumática e cruel o era nos anos pré e pós-revolução, quando mil e um ditadores foram varridos, mas outros mil e um ditadores se preparavam para lhes ocupar o posto. Foi assim em Portugal, 1974, em 1975à até hoje. Na verdade, (quase) sempre foi assimà
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Um relato pungente sobre a condição humana, quando submetida pelo poder de quem transitoriamente tem o poder - pois que todo o poder será sempre transitório, dure ele um dia, um ano ou um século -, perante o exercício da violência pelo Estado sobre a liberdade individual, em nome de um coletivo, de um ideal, de um objetivo. Até onde é legítimo que um grupo organizado - seja um partido, um movimento rebelde ou uma nação - imponha pela coação o seu direito, baseado numa suposta e autoassumida representação do colectivo, sobre o seu direito individual, que assenta no livre-arbítrio de dizer sim ou não? Antes da pátria colectiva, cada um de nós deve assumir a sua pátria pessoal, que começa e acaba em si próprio, reservando-se o direito de negar a outraà Uma asserção que, se hoje é possível, mas ainda difícil, muito mais traumática e cruel o era nos anos pré e pós-revolução, quando mil e um ditadores foram varridos, mas outros mil e um ditadores se preparavam para lhes ocupar o posto. Foi assim em Portugal, 1974, em 1975à até hoje. Na verdade, (quase) sempre foi assimà
DE LAMEGO AO LUBANGO: MEMÓRIAS DOS ÚLTIMOS DIAS DA GUERRA COLONIAL es un libro del género HISTÒRIA del autor HENRIQUES, Miguel editado por MOSAICO DE PALAVRAS EDITORA en el año 2016.
DE LAMEGO AO LUBANGO: MEMÓRIAS DOS ÚLTIMOS DIAS DA GUERRA COLONIAL tiene un código de ISBN 978-989-8682-52-9 y consta de 320 Pàgines. En este caso se trata de formato paper, pero no disponemos de DE LAMEGO AO LUBANGO: MEMÓRIAS DOS ÚLTIMOS DIAS DA GUERRA COLONIAL en formato ebook.
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